quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Tocar ao vivo é sempre uma das coisas que qualquer músico mais valoriza, pois é a hora de mostrar a sua arte, mas todo o processo de criação e desenvolvimento dessa mesma arte pode se tornar algo muito prazeroso. Nós estamos passando por isso nesses últimos meses e a cada ensaio surge uma coisa nova, naturalmente.

Idéias surgem aleatoriamente, e quando você já imagina que é definitivo, sempre acontece algo novo que o faz mudar de idéia. A composição em grupo traz um elemento a mais, outras cabeças pensantes e com visões diferentes, o que causa opções infinitas. Uma idéia x mais uma idéia y não necessariamente acarreta num "x+y", como pode terminar em algo bem diferente disso. 

Essa incapacidade de prever o final da obra é o mais fascinante. Cada traço e passo de uma música causa uma curiosidade que não está presente nas apresentações ao vivo (exceto em improvisações).

Tocar ao vivo é bom, compor é bom... Ser músico deve ser a melhor coisa do mundo, né? Sim! Tenho certeza de que todo músico o é porque gosta. Mas não é só coisa boa. Em postagens futuras eu vou procurar escrever sobre algumas das nossas dificuldades também, que não são poucas.


Um grande abraço a todos,

Pedro Ferreira.

Um comentário:

Unknown disse...

Não sabia q a banda tinha um blog...bacana saber e acompanhá-lo sempre q der